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sábado, 25 de abril de 2009

VIVENDO DE SAUDADE - poema

VIVENDO DE SAUDADE

Vendo um luar de saudade
No peito lembrança assim veio
Oculto desejo que me invade
E o medo na vontade sem receio

Grilhões que me prende
Ardor que queima o peito
Razão que não se entende
A paixão voraz que me veio

Noites insanas sem ter luar
Cansaço vence meu sono
Prego-me então a te entregar
De algoz como cão sem dono

Clarinda manhã sem vontade
Preguiça da revoltada ação
Vida assim sem muita vaidade
Vivo no sonho da pura paixão

Artur Cortez

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