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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

MINHA NORMALISTA - poema



MINHA NORMALISTA

Era sempre à tardinha
Que a menina de trança vinha
Com livros empilhados no peito
Com saia de pregas encarnadas
Sorrindo sempre do mesmo jeito
Encantando-me com sua caminhada

A pela avermelhada e branquinha
Menina em flor perfumada
Desfilando suave sob a calçada
Na trança uma bela fitinha
Normalista que me tenta a pecar
No mais intimo afago de sonhar

Artur Cortez

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